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A origem do Antão Vaz é pouco conhecida. Durante décadas foi a responsável pela fama dos vinhos da sub região da Vidigueira, no Alentejo. A partir de 1980, o seu cultivo se espalhou pelas outras sub-regiões do Alentejo.
O Antão Vaz é considerada a casta do consenso. Agrada o viticultor porque tem uma produção boa, sem grandes diferenças entre todas as safras, resiste bem às doenças e tem um processo de maturação uniforme. Satisfaz igualmente o enólogo porque dá origem a vinhos com altíssima qualidade.
Os bagos são pequenos, de tamanho uniforme, com a cor verde amarelada que se transforma em amarelo intenso na maturação. Os cachos são de tamanho médio com a forma cilíndrico-cônica.
Os melhores vinhos brancos do Alentejo são produzidos apenas com Antão Vaz ou com a mistura de Antão Vaz e Arinto. Os vinhos de Antão Vaz fermentados em barricas de madeira nova tem sido um sucesso.
Os vinhos varietais de Antão Vaz tem um aroma de intensidade média, mas de grande finura e complexidade, onde sobressaem notas de frutos tropicais maduros e especiarias. Na boca os vinhos são encorpados, macios e ligeiramente acídulos. O final é persistente e harmonioso.
Outras Castas
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